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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Sindrome metabólica e microcirculação

A obesidade combinada com a má alimentação e falta de atividade física regular (Sindrome metabólica) faz com que os vasos sanguíneos de indivíduos com este perfil se fechem com o passar dos anos.
O processo pode prosseguir até o desaparecimento parcial desses vasos, comprometendo de forma significativa a microcirculação do fluxo sanguíneo.
Dependendo do excesso de gordura, os microvasos podem entupir e "secar", gerando pane no sistema circulatório responsável pelo transporte e distribuição do sangue nos tecidos e órgãos.
Essas alterações na microcirculação estão envolvidas, na origem, no que chamamos de lesões de órgãos-alvo [coração, cérebro e rins], ocasionando complicações nestes órgãos nobres do nosso organismo, como insuficiência cardíaca, renal e lesões cerebrais.
A conclusão é de um estudo realizado em parceria pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Para previnir tudo isso é só praticar exercício regularmente e ter uma alimentação equilibrada. Na dúvida de como começar, procure ajuda de um profissional especializado no assunto.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Ministério lança banco virtual de doadores de sangue

O Ministério da Saúde lança nesta quarta-feira (23) uma nova ferramenta de incentivo à doação de sangue, em sua página do Facebook, o Banco de Doadores virtual, em comemoração ao Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue (25). O aplicativo terá a missão de agregar e cadastrar doadores de sangue em todo o Brasil. Com de celebração do dia é “Essa corrente precisa de você. Doe sangue”, a Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados pretende aumentar a doação voluntária.
Segundo o coordenador-geral, Guilherme Genovez, a proposta tem o objetivo de divulgar a importância da doação de sangue no cotidiano das redes sociais. “Esta é mais uma ferramenta para a campanha, temos que usar as redes sociais para mobilizar e engajar as pessoas que apóiam a causa. Precisamos fazer com que a ideia seja multiplicada e alcance o maior número de candidatos virtuais, para que depois estes efetivem sua doação concretamente nos serviços de hemoterapia”, explica.

Fonte: Portal da Saúde

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Personal diet

Já ouviram falar em Personal Diet?
O Personal diet é o profissional de nutrição que trabalha focando suas necessidades nutricionais, de forma completamente individualizada.
O diferencial é que você não precisa ir até ele, ele vai até você e faz um trabalho complementar. Pois além do planejamento nutricional, ele também vai a sua casa e orienta a organizar geladeiras e dispensas, faz visita guiada a supermercados e hortifrutis ensinando como comprar, o que comprar e como otimizar esse processo, também ensina (na sua própria cozinha) a reduzir o valor calórico das preparações, a base da culinária light... Enfim, ajuda você e sua família a ter hábitos alimentares mais saudáveis.
Se quiser saber mais e conhecer melhor os serviços oferecidos pelo Personal diet conheça o Mova Saúde, uma empresa especializada em nutrir sua vida!!!
Conheça nosso site (http://www.movasaude.com.br/) Você vai se surpreender!!!!


sábado, 1 de outubro de 2011

Anvisa estabelece novas regras para fórmulas infantis

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou no dia 21 de setembro de 2011 novas resoluções para atualizar as normas brasileiras para a fabricação de fórmulas infantis, destinadas à alimentação de lactentes e crianças na primeira infância.
As novas regras foram criadas com base na atualização das normas do Codex Alimentarius e revisão técnica dos critérios da composição nutricional dos produtos em relação aos limites mínimos e máximos de vitaminas e minerais que serão permitidos nas fórmulas infantis. Além disso, ficou estabelecido que determinadas substâncias, como a gordura hidrogenada e o mel estarão proibidos nas fórmulas destinadas às crianças com menos de um ano de idade.

Assim, foram criadas quatro normas:
  • A primeira é a RDC 43/2011 - Regulamento técnico para fórmulas infantis para lactentes, com o objetivo de estabelecer os requisitos mínimos de identidade, composição, qualidade e segurança a que devem obedecer as fórmulas infantis para lactentes (zero a seis meses de vida).
  • A segunda resolução é a RDC 44/2011 - Regulamento técnico para fórmulas infantis de seguimento para lactentes e crianças de primeira infância, que se aplica às fórmulas infantis na forma líquida ou em pó para satisfazer as necessidades nutricionais de lactentes a partir do sexto mês e de crianças de primeira infância sadias.
  • A terceira resolução é a RDC 45/2011 - Regulamento técnico para fórmulas infantis para lactentes destinadas a necessidades dietoterápicas específicas e fórmulas infantis de seguimento para lactentes e crianças de primeira infância destinadas a necessidades dietoterápicas específicas. Esta resolução se aplica às fórmulas destinadas a atender, quando necessário, as necessidades nutricionais de lactentes e/ou crianças de primeira infância, decorrentes de alterações fisiológicas e/ou doenças temporárias ou permanentes e/ou para redução de risco de alergias em indivíduos predispostos. Ou seja, é destinado a crianças que apresentem restrições alimentares especiais, como alergia à proteína ou intolerância à lactose.
  • A quarta é a RDC 46/2011 - Sobre aditivos alimentares e coadjuvantes de tecnologia para fórmulas infantis destinadas a lactentes e crianças de primeira infância, em que especifica quais são os aditivos que podem ser utilizados com segurança nas fórmulas infantis. 
Também estão estabelecidas novas frases que devem estar presentes nos rótulos de alimentos. Por exemplo, em produtos que contenham probióticos, deve constar: “Este produto contém probióticos e não deve ser consumido por lactentes prematuros, imunocomprometidos (com deficiências no sistema imunológico) ou com doenças do coração".
A Anvisa destaca que as fórmulas infantis não substituem o leite materno e, portanto, só devem ser utilizadas na alimentação de crianças menores de um ano de idade, com indicação expressa de médico ou nutricionista.
 
Referência(s): Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Alimentos para lactentes e crianças ganham novas regras. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/home. Acessado em: 23/09/2011.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Panelas antiaderentes fora da cozinha.

Sabe-se que o polímero que não deixa os alimentos grudarem pode ser prático na cozinha, mas é prejudicial à saúde. Há vários anos cientistas vem alertando sobre os potenciais perigos das panelas antiaderentes, com estudos demonstrando o possível potencial cancerígeno das mesmas. Contudo, até agora os estudos não foram conclusivos.
Um trabalho de pesquisa da Agência de Proteção Ambiental norteamericana (EPA) reacendeu a discussão ao relacionar o polímero PTFE (politetrafluoretileno), responsável pela antiaderência de algumas panelas (aquelas de cor cinza-escuro), à ocorrência de câncer de fígado em animais. A informação foi relatada por Késia Diego Quintaes, autora do livro "Por Dentro das Panelas" (Editora Varela) .
Ainda que os cientistas não estejam certos dos efeitos causados em seres humanos, não custa prevenir.
A professora explica que o PTFE é bastante resistente a agentes químicos, como os produtos de limpeza, mas pode reagir com as proteínas contidas nos alimentos e entra em processo de decomposição em temperaturas maiores do que 250º C. Dessa maneira, o uso de panelas revestidas com o material não é indicado para preparar frituras nem para assar alimentos no forno, uma vez que ambas as situações propiciam altas temperaturas. Pelo mesmo motivo, não é aconselhável aquecer o utensílio vazio sobre a chama do fogão. Evite também cozinhar alimentos com alto teor de proteínas. "Use a panela somente para preparar arroz,  molhos e ensopadosos", sugere a especialista. A outra opção é substituir as mesmas por panelas de vidro ou inox.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Segredos do adoçante culinário.

    O adoçante culinário pode ir ao forno e fogão sem perder as suas características, o seu poder adoçante, nem deixar o retrogosto amargo, substituindo o açúcar. Porém, nas receitas o açúcar não tem apenas a função de adoçar, mas também de dar volume, textura e cor às preparações.
    Desta forma, ao utilizar o adoçante culinário em receitas tradicionais que indicam o uso do açúcar, siga algumas dicas para ter um melhor resultado:
• A indicação de uso do adoçante granular na mesma proporção que açúcar refere-se ao volume: uma colher para uma colher; uma xícara para uma xícara, mas não equivale em peso. Para receitas que indiquem a quantidade de açúcar em gramas, é necessário converter pelo índice 1/10.
• Quando a receita indicar bater todos os ingredientes juntos, bata por mais tempo, para que haja adequada homogeneização dos ingredientes e incorporação de ar.
• Nas massas, sempre bata o adoçante com a manteiga para que haja incorporação de ar, resultando em melhor textura da preparação.
• As preparações feitas com adoçantes não terão a mesma cor se comparadas às receitas com açúcar, pois este carameliza. Para melhorar a aparência, você pode adicionar à receita cacau, canela, essência de baunilha ou outros ingredientes que dêem cor.
• O tempo de cocção de receitas com adoçante, em geral, é menor que o das receitas com açúcar. Para bolos, a redução do tempo de cocção é, em média, de 7 a 10 minutos e para biscoitos de 1 a 2 minutos. Em caldas e molhos, o cozimento também será mais rápido, pois não haverá caramelização (nestas preparações não é possível atingir a mesma consistência que nas receitas com açúcar).
• Em cookies, brownies e muffins, para cada xícara de adoçante, adicione meia colher (sopa) de bicarbonato de sódio.
• Para polvilhar bolos e tortas, você pode misturar para cada 5 colheres (sopa) de adoçante, 1 colher (sopa) de amido de milho, passando a mistura por uma peneira fina.
Substituindo o açúcar por adoçante e seguindo essas dicas você pode obter ótimos resultados e saborear preparações mais leves. Tenha doces momentos sem culpa! Mas cuidado, consuma sempre com moderação.

Referência: Dicas retiradas do livro ’A vida pode ser doce’ da Linea.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

31 de Agosto - Dia do nutricionista!!!

Conselho da nutricionista: Nutra-se, movimente-se, pense leve, sinta bem-estar e disfrute a vida.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Benefícios do exercício para saúde.

Todo mundo já sabe que o exercício físico regular faz a barriga ficar sequinha, o bumbum durinho e as pernas torneadas, mas esses não são os únicos benefícios proporcionados pelo exercício. Além de melhorar a aparência física, a sua prática ajuda a melhorar a saúde como um todo.
Segundo um estudo realizado com 4 mil pessoas pelo The Internecional Journal of Clinical Practice, foi observado que o exercício regular pode proporcionar:
- Melhora dos sistomas de depressão;
- Redução em até 30% do risco de sofrer um declínio cognitivo;
- Redução da pressão sistólica de 5 a 10 mmHg
- Melhora no controle dos sintomas da síndrome do intestino irritável;
- Aumento da densidade óssea (principalmente exercícios de alto impacto);
- Redução do risco de desenvolver câncer em 16%.
Dentre outros vários benefícios...
Precisa mais motivos para sair do sedentarismo? Aproveite o fim de semana para a começar a se mexer!!!! Vale caminhada no parque, bicicleta ao ar livre, pular corda, dançar com os amigos e até academia no sábado!!! Animem-se!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Conhecendo e desmistificando os hormônios BIOIDÊNTICOS

                               
Hormônio Natural: O termo natural diz respeito a uma substância retirada da natureza que não passa por nenhum processo de transformação industrial e pode ser de origem vegetal, animal ou mineral.
Hormônio Sintético: O termo sintético refere-se a uma substância que passou por um processo industrial de síntese, transformação ou modificação em sua estrutura química.
Obs.: Desse modo, os termos natural e sintético referem-se à origem ou à fonte de uma substância e não estão relacionados a sua estrutura química.
Hormônio Bioidêntico: O termo bioidêntico refere-se a uma substância cuja estrutura molecular é exatamente idêntica à dos equivalentes produzidos pelo nosso próprio organismo, independentemente da fonte da qual se origina (assim pode ser natural ou sintética).
Alguns exemplos: 
•Estrógenos conjugados (PremarinR) - Substância extraída da urina de éguas prenhes com ação hormonal. É uma substância natural, mas não, bioidêntica, porque refere-se aos hormônios produzidos pelas éguas e não pelos seres humanos.
•Acetato de medroxiprogesterona (ProveraR) - Substância obtida por síntese química na indústria. É, portanto, sintética, mas não é bioidêntica.
•Isoflavona de soja - Fitohormônio extraído da soja, de origem natural e com alguma atividade hormonal. No entanto, não é bioidêntico aos hormônios humanos.
•Estradiol, estrona, estriol, DHEA, pregnenolona, progesterona, testosterona, tiroxina, triiodotireonina - São hormônios bioidênticos aos produzidos pelo organismo humano, independentemente da fonte da qual se originam (natural ou sintética).
•Terapia de Modulação Hormonal Bioidêntica (TMHB) - Refere-se ao uso apenas de hormônios bioidênticos, no lugar de substâncias estranhas ao organismo humano.

Considerando que a atividade de um hormônio é determinada em parte pela sua estrutura química, que possibilita a ligação deste no que chamamos de sítio de ação específico dentro do organismo, como se fosse num sistema de chave-fechadura pode-se concluir que, ao serem utilizadas substâncias quimicamente diferentes, esta ligação fica prejudicada podendo nem ocorrer e estas substâncias podem não exercer o efeito esperado.
Por outro lado, ao utilizarmos hormônios quimicamente iguais aqueles que por variados motivos o organismo humano deixou de produzir ou reduziu a produção, a chance desta ligação ocorrer aumenta consideravelmente e consequentemente aumenta também o efeito hormonal. Assim é possível devolver ao organismo a função do hormônio efetivamente carente.
Ainda seguindo nessa linha de raciocínio, podemos deduzir também, que da mesma forma que uma substância dentro do organismo tem um efeito, também deverá ser transformada e/ou eliminada, e nosso organismo é “programado” para fazer isto com as substâncias que reconhece. A transformação de uma substância não reconhecida como um medicamento ou um hormônio não-bioidentico pode gerar substâncias nocivas e prejudiciais que conferem o que conhecemos por efeitos adversos indesejáveis.
Conclusão, podemos assegurar que, a utilização de hormônios totalmente bioidênticos, quando devidamente determinada pelo médico, a necessidade da reposição ou modulação hormonal (termo preferido atualmente), proporciona ao paciente maior eficácia e segurança, com menor incidência de efeitos indesejáveis.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Alimentos orgânicos.

Os alimentos orgânicos são aqueles que utilizam, em todos seus processos de produção, técnicas que respeitam o meio ambiente e visam a qualidade do alimento. Desta forma, não são usados agrotóxicos nem qualquer outro tipo de produto que possa vir a causar algum dano a saúde dos consumidores.
Na agricultura, por exemplo, utiliza-se apenas sistemas naturais para combater pragas e fertilizar o solo. Embora apresentem praticamente as mesmas propriedades nutricionais dos alimentos inorgânicos, os orgânicos apresentam a vantagem de seres mais saudáveis, pois não possuem agrotóxico.
Quanto à produção de carnes e ovos, os animais são criados sem a aplicação de antibóticos, hormônios e anabolizantes. Pesquisas demonstram que estes produtos podem provocar doenças nos seres humanos, quando consumidos por muito tempo. Logo, as carnes e ovos orgânicos são muito mais saudáveis.
Características dos alimentos orgânicos:
- Possuem 20% a menos de água e por isso os nutrientes estão mais concentrados.
- São menores do que os convencionais porque não recebem aditivos. (nem sempre, depende da cultura e disponibilidade de nutrientes)
- Têm sabor e coloração mais acentuados.
Benefícios e Vantagens:
- Os alimentos são mais saudáveis, pois são livres de agrotóxicos, hormônios e outros produtos químicos;
- São mais saborosos e ricos nutricionalmente;
- Sua produção respeita o meio ambiente, evitando a contaminação de solo, água e vegetação;
- A produção usa sistemas de responsabilidade social, principalmente na valorização da mão-de-obra.
Desvantagem:
A única desvantagem é que são mais caros do que os convencionais, pois são produzidos em menor escala e os custos de produção também são maiores.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Síndrome do Intestino Irritável.

Dor abdominal, diarréias frequentes, constipação, gases, e ainda, depressão ou ansiedade? Você pode ter a chamada Síndrome do Intestino Irritável. Aprenda o que é e o que fazer para lidar com ela.
A síndrome do intestino irritável é um distúrbio intestinal funcional comum caracterizada por desconforto abdominal recorrente e função intestinal anormal. O desconforto freqüentemente se inicia após a alimentação e desaparece após a evacuação. Os sintomas podem incluir cólicas, náuseas, distensão abdominal, gases, constipação, diarréia e uma sensação de evacuação incompleta. Pode estar associado a graus variados de depressão ou ansiedade.
A causa da síndrome do Intestino Irritável (SII) não é bem conhecida e, portanto, não se sabe como, a partir de um certo momento, uma pessoa passa a apresentar os sintomas. No passado, achava-se que o problema era puramente emocional. Hoje, sabemos que o intestino tem um segundo cérebro representado por mediadores e um sistema nervoso próprio. Sabemos também que a região do hipotálamo no cérebro, entre outras funções, é responsável pelo impulso das emoções e tem ligação direta com o sistema nervoso autônomo simpático e parassimpático. Sabemos, ainda, que o principal nervo do sistema parassimpático, o nervo vago, enerva todo o tubo digestivo. Ele estimula a secreção de ácido, de enzimas, de fatores digestivos e coordena a movimentação do intestino. Além disso, há cerca de cinco anos, descobriu-se que existem hormônios e receptores para esses hormônios localizados no tubo digestivo, similares àqueles encontrados no sistema nervoso central e que são chamados de encefalinas, por analogia a encéfalo (cérebro). Portanto, o tubo digestivo possui enervação própria e hormônios que regulam sua motilidade e capacidade de secretar. Tudo isso nos permite afirmar que existe relação direta entre a emoção integrada no hipotálamo e a motilidade do intestino.
Os indivíduos com síndrome do intestino irritável com predomínio de diarréia apresentam mais de três evacuações/dia, fezes líquidas e/ou pastosas e necessidade urgente de defecar. As evacuações não costumam ocorrer à noite, durante o sono, ao contrário das diarréias de causa orgânica. Não há sangue nas fezes (com exceção dos casos de fissura ou hemorróidas), mas pode haver muco.
Já os com predomínio de constipação (intestino preso) evacuam menos de três vezes/semana, as fezes são duras e fragmentadas (fezes em "cíbalos" ou "caprinas"), e realizam esforço excessivo para evacuar (evacuações laboriosas). A constipação pode durar dias ou semanas e obrigar o paciente a fazer uso de laxantes em quantidades cada vez maiores, o que a agrava ainda mais a doença. Dor abdominal acompanha a gravidade da constipação e tende a aliviar com eliminação de fezes, porém é freqüente a queixa de uma sensação de evacuação incompleta, o que obriga o paciente a tentar evacuar repetidas vezes.
A maioria das pessoas com SII comenta sobre distensão abdominal, eructações e flatulência freqüentes e abundantes. São sintomas inespecíficos e são atribuídos ao excesso de gás intestinal. Entretanto, estudos quantitativos do volume gasoso intestinal em pacientes com SII revelam que a maior parte deles tem volumes normais de gás. Porém, mínimas distensões intestinais provocadas geram esses sintomas, sugerindo uma diminuição (congênita ou adquirida) do limiar de tolerância à distensão.
Certos alimentos são mal tolerados pelas pessoas com SII. A confecção de um diário alimentar correlacionando sintomas com os alimentos ingeridos previamente pode ser capaz de detectar alimentos desencadeantes.
Algumas pessoas têm uma tolerância diminuída ao leite e derivados o que pode desencadear a diarréia. Para essas pessoas a diminuição da ingestão desses alimentos pode melhorar os sintomas. O uso de bebidas gaseificadas pode levar gás aos intestinos e causar dor abdominal.
Comer ou beber rapidamente, mascar chicletes, fumar, inspirar ar pela boca quando nervoso pode levar a algumas pessoas a engolir grandes quantidades de ar, os gases também podem ser produzidos por certos alimentos como feijões, cebolas, brócolis, repolho, uva e ameixa. Comer mais lentamente ou minimizar os alimentos formadores de gases pode ser útil.
Uma vez que a cafeína pode aumentar a motilidade intestinal, as pessoas com a síndrome deveriam evitar ou minimizar o uso de bebidas que contém cafeína como o café e colas cafeínadas.
Por outro lado, aumentar o conteúdo de fibras na dieta pode ajudar a regular a atividade intestinal e reduzir tanto a constipação como a diarréia. Mas atenção!! Fibras solúveis são as que formam e compactam o bolo fecal. Normalmente, são encontradas em polpas de frutas e em alguns cereais. Já as insolúveis formam o bolo fecal, mas não têm o poder de compactá-lo. Funcionam mais como laxante e estão presentes nas cascas das frutas e de cereais e em todas as verduras. De acordo com a tendência a apresentar constipação ou diarréia, os portadores da síndrome do intestino irritável serão orientados a ingerir mais fibras solúveis ou mais fibras insolúveis.
Se fontes modificáveis de estresse podem ser descobertas, resolvê-las pode ajudar.
Exercícios regulares também podem ajudar a normalizar a função intestinal.
E não despreze o benefício que a psicoterapia e outras técnicas terapêuticas (relaxamento, por exemplo) podem trazer aos portadores da síndrome.
Então, se você sente algo parecido procure um médico especialista já. Não é necessário conviver com esses sintomas.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Hiperplasia prostática benigna.

A hiperplasia prostática benigna (aumento da glândula prostática) é o tumor benigno mais comum entre os homens. Normalmente aparece após os 40 anos e pode acometer até 80% dos homens. Este aumento da glândula pode ser sinalizado com o aumento da frequência  urinaria e a sensação de esvaziamento incompleto da bexiga.
O tratamento clínico pode ser feito por meio de alterações do estilo de vida ou com medicação. Se os pacientes não responderem bem a esses tratamentos, a cirurgia pode ser indicada. A mais nova técnica que chega ao Brasil é o procedimento cirúrgico green light laser, que tem apresentado resultados tão eficientes quanto os métodos tradicionais, com vantagens em relação ao tempo de internação, menos dor e melhor recuperação pós-operatória. A fibra de laser é introduzida pela uretra, por meio de um instrumento acoplado a uma câmera de vídeo que permite a visualização do procedimento.
O laser então é direcionado para o tecido da próstata, que vai sendo literalmente vaporizado pela ação do raio verde. Além disso, apresenta um mínimo de sangramento, porque, ao mesmo tempo em que vaporiza a próstata, realiza a cauterização dos vasos sanguíneos, evitando sangramento durante todo o processo.
Se a hiperplasia benigna da próstata não for tratada, o aumento do volume da próstata pode abrir espaço para uma série de problemas, como retenção urinária, presença de cálculos na bexiga, infecções urinária de repetição e sangramento.
Para prevenir o surgimento dos sintomas, nada de vergonha, vá ao médico regularmente.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Feminilidade e ciclicidade das mulheres.

Um dia você acorda mal humorada. Olha-se no espelho e sente-se horrorosa. Olhos fundos, pálpebras inchadas. A pele está oleosa e, apesar de ter mais de trinta anos, algumas espinhas estão surgindo. Os seios e o abdômen estão bem maiores do que ela julga ser “seu normal”. Sente-se “gorda”, cansada e seu apetite parece insaciável. Tem desejos por doces e chocolates. As roupas não lhe caem bem, parece que tudo aperta. No trabalho, o serviço não rende. As horas parecem não passar, não vê a hora de voltar para casa e se deitar. Está irritada com tudo e muito sensível, chorando com facilidade. Apesar de não se sentir bem, se uma amiga lhe pede apoio, a acolhe e sensibiliza-se com seu problema, pois está aberta e sensível aos problemas alheios.
E... Dez dias depois, você parece outra mulher: acorda bem disposta, admira-se no espelho sentindo-se bonita. A pele está luminosa, os cabelos sedosos. O inchaço desapareceu por completo, parece mais magra. Está alegre, bem humorada. Sente vontade de sair, rende mais no trabalho. Tem vontade de namorar. Se a amiga lhe pede apoio, sua reação poderá ser bem diferente: não está com disposição para acolher, nem para chorar junto. Mas pode estimular a amiga a reagir, uma vez que está bastante animada.

Você se identifica com essas alterações? Pois é, o que parecem ser relatos de mulheres diferentes são apenas dois momentos distintos do ciclo de uma mesma mulher. No primeiro relato, está no período pré-menstrual, enquanto que no segundo está entre a menstruação e a ovulação. Assim como as fases da Lua, as marés e as estações do ano, a natureza da mulher é cíclica, mutável.
A influência dos hormônios no comportamento humano está longe de se limitar à adolescência, principalmente nas mulheres, que estão mais propícias às flutuações hormonais, durante a fase menstrual e também como parte do processo de envelhecimento, que são responsáveis por oscilações mais suaves ou intensas das emoções.
Todo mês, quando vai chegando a TPM (tensão pré-menstrual), a mulher sente na pele a interferência das alterações hormonais. Nos primeiros 15 dias do ciclo menstrual, o erotismo e a feminilidade ficam mais evidentes. Mas, conforme os dias vão passando, a mulher se torna mais sensível e irritadiça. Essa oscilação de humor acontece devido ao aumento do hormônio progesterona que ocorre na segunda fase do ciclo menstrual.
As alterações na menopausa são sempre mais intensas. Em geral, são piores nos primeiros anos da menopausa e tendem a se amenizar com o tempo. As principais mudanças são depressão, irritabilidade, calores noturnos, falta de libido, diminuição da lubrificação da pele e da vagina, dores musculares e articulares.
Fatores com estresse podem causar picos hormonais incomuns, o que leva a mudança completa do humor feminino. Para evitar mudanças bruscas no humor feminino o ideal é manter uma vida equilibrada e realizar exercícios físicos aeróbicos regulares. Sabe-se que a prática dos exercícios, além de aliviar o estresse, mantém os níveis hormonais mais estáveis, evitando as alterações bruscas de humor.
Aceitar a ciclicidade determinada pelos hormônios femininos não significa que somos escravas ou marionetes regidas por condições bioquímicas! Ao contrário, conhecer melhor a si mesma e suas flutuações psicoemocionais, permite ter mais controle sobre o próprio comportamento. Isso ocorre porque o fato de tomarmos consciência das condições hormonais e das naturais limitações fisiológicas é o suficiente para diminuirmos a auto-cobrança e, conseqüentemente, a frustração! Assim, aceitar que o feminino é cíclico e mutável é um passo fundamental para viver bem com sua feminilidade e seu corpo, desfrutando das vantagens de cada fase do ciclo e minimizando as desvantagens.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Teste de sexagem fetal.

A gravidez provoca apenas leves sensações. O embrião mal foi promovido a feto. Nada ainda de barriga. Mas as mães têm cada vez mais pressa em saber o sexo do futuro filho. Querem dar-lhe um nome, comprar enxoval e fazer planos. E agora fazem o teste da sexagem fetal, na oitava semana, cada vez mais popular. O exame já está sendo realizado em vários laboratórios pelo Brasil.
Após a grande descoberta do cientista chinês Y. Dennis Lo, de que no plasma materno existe DNA do feto, o biólogo molecular José Eduardo Levi, do Banco de Sangue do Hospital Sírio Libanês, realizou um estudo por seis anos para desenvolver o teste, que identifica fragmentos do cromossomo Y no sangue materno. A presença do cromossomo indica um menino e a ausência, uma menina. Simples assim!!!!
Funciona da seguinte forma: uma amostra de 5 mililitros do sangue da mãe é submetida a uma técnica chamada PCR (Polymerase Chain Reaction), que amplia em bilhões de vezes uma pequena porção do cromossomo Y. O resultado obtido tem 99% de eficácia.
O preço é salgadinho, cerca de R$ 330,00,  mas parece valer o alívio da curiosidade das mães (dos avós, dos tios...). A notícia boa é que, segundo minha cunhada preferida que está passando por esse momento divino, alguns planos de saúde cobrem até 75% do custo do exame, PERFEITO!!!!!
É... Falta pouco para saber se compro o sapatinho rosa ou azul! Mas... Enquanto isso... Vou comprando amarelinho!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Salmão no pacote: leve e sofisticado!

Preparo: Médio (de 30 a 45 minutos)
Rendimento: 4 porções
Dificuldade: Fácil
Calorias: 324 por porção

 Ingredientes:
. 2 colheres de sopa de azeite
. 1 cebola média bem picada
. 4 dentes de alho amassados
. 4 tomates cortados em cubinhos sem sementes e sem pele
. 500 g de cogumelo-de-paris cortado em fatias
. 3 colheres (sopa) de suco de limão
. 3 colheres (sopa) de coentro picado
. Sal e pimenta-do-reino a gosto
. 800 g de filé de salmão em 4 pedaços

Acessórios: 4 pedaços de papel-manteiga de 25 x 25 cm

Modo de preparo:
1. Unte uma frigideira antiaderente com azeite e leve ao fogo alto.
2. Junte a cebola, o alho,  o cogumelo e refogue por 3 minutos ao final acrescente o tomate e refogue por mais 1 minuto.
3. Adicione o suco limão e o coentro. Retire do fogo e tempere com sal e pimenta-do- reino.
4. Unte os pedaços de papel com azeite e coloque-os numa assadeira grande.
5. Sobre cada um ponha um filé e cubra com o  refogado.
6. Dobre o papel, feche bem para que o vapor da cocção se mantenha dentro do pacote e leve ao forno médio por 20 a 25 minutos.
7. Transfira os pacotes para pratos individuais e sirva em seguida.
Pode ser acompanhado por uma salada de folhas frescas.
Bom apetite!!!!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Resistindo às tentações: mamadeira, chupeta e leite não-materno

A amamentação demanda tempo, dedicação e desejo genuíno de se doar, além de muitas vezes dor, cansaço e exaustão. Requer disponibilidade, tranquilidade e um ambiente propício para que esta ação flua da melhor maneira possível. A mulher nesta fase encontra-se extremamente sensível, pois tudo envolve cuidado integral ao bebê e renúncia de si mesma. . É um tempo de adequações e desafios. O corpo precisa estar em sintonia física e emocional.
Pressão é o que não falta: da família e amigos, palpitando sobre os modos mais fáceis de alimentar e acalmar o bebê, de uma indústria alimentícia que oferece soluções rápidas e “eficazes”, do regresso ao mercado de trabalho quando o bebê completa quatro ou seis meses de vida estipulados pelas leis trabalhistas.
A mulher passa então a uma corrida cruel e desumana para que o seu bebê continue sendo alimentado e consolado durante a sua ausência. Para muitas mães, o fato de amamentar quando chega do trabalho pode ser demasiadamente exaustivo, pois além de mãe ainda é cuidadora do lar, profissional e mulher.
O bebê reage ao desmame abrupto, chorando e recusando o oferecimento de outras soluções para substituir o peito. Muitas mães não têm paciência para consolar o bebê neste momento difícil de sua vida, de ordenhar o seu leite, e de oferecê-lo à criança corretamente: por colher ou copinho, para que não haja confusão de bicos e para que o oferecimento do leite materno seja assegurado e contínuo.
Os maiores inimigos do aleitamento materno
O caminho menos tortuoso passa a ser a solução que gerará menos estresse para mãe e criança. A chupeta oferece a idéia do consolo imediato e uma poderosa arma para acalmar o bebê e proteger os ouvidos da mãe e de quem convive com ele.
A mamadeira é o acesso eficaz para que a criança aceite o alimento. É mais fácil, porque anula dele todo o esforço de sugar.
Por fim, a introdução do leite não-materno (fórmulas e de origem animal), já pronto, sem necessidade da ordenha, armazenamento, aquecimento e oferecimento ao bebê pelos meios considerados “mais difíceis e complicados”.

Toda esta sedução, somada à corrida contra o tempo de adaptação e volta ao trabalho e principalmente à escassez de apoio no que diz respeito ao oferecimento do leite materno principalmente em berçários, creches e escolas de educação infantil, levam a mãe a considerar que a amamentação pode ser realmente excluída da vida de seu bebê.
A eficácia imediata das fórmulas e leite animal e o ganho de peso do bebê fascinam a mãe com a idéia de que seu filho está sendo alimentado corretamente. E este é um fascínio tão poderoso que o fato de mais e mais crianças desenvolverem doenças respiratórias, alergias e obesidades passam desapercebidos por milhares de mães. A solução imediata ao problema traz segurança e consolo.

Temos que repensar a necessidade de se desacelerar o processo de inserção da criança à rotina da mãe. O fato de que é a criança, frágil e indefesa, que precocemente está se adequando à rotina do adulto e não o contrário.
É tempo de reavaliarmos todas essas tentações disponíveis e realmente exercermos o papel de mãe, de maternar e de amamentar os nossos filhos, pois, na vida do bebê, este é um momento único e insubstituível, e cabe a nós a responsabilidade de oferecer uma vida saudável e plena a esses pequenos.
Seja valente, amamente de forma natural!!!!!!!

terça-feira, 15 de março de 2011

Conte seus passos e emagreça.

Você já ouviu falar do pedômetro? É um aparelhinho que conta o número de passos. Alguns estudos comprovaram que esse dispositivo pode ajudar a emagrecer. Pesquisas realizadas pelas Universidades de Michigan e Wisconsin, nos Estados Unidos, mostraram que mulheres usuárias do pedômetro eliminaram 50 gramas de gordura por semana, sem fazer alterações na rotina.
Outro estudo realizado em São Paulo,também mostra resultados semelhantes. Nesta pesquisa, 50 pessoas usaram o pedômetro por seis meses e perderam, em média, 6 centímetros de circunferência abdominal.
 Mas como isso é possível? A explicação é que os voluntários, estimulados a aumentar o número de passos mostrados no visor do aparelho, acabaram trocando o elevador pela escada ou estacionando o carro mais longe, por exemplo.
O acessório ajuda a pessoa a ficar mais consciente de seus movimentos corporais e percebe que é possível, sim, aumentar o número de passos por dia com pequenas alterações em sua rotina, como levantar mais vezes para beber água, subir e descer escadas, caminhar na hora do almoço.
Quer experimentar? Primeiro anote a quantidade de passos dados para descobrir a sua média diária. A partir daí, estabeleça uma meta para aumentar o número de passadas. Geralmente, um sedentário dá até 5 mil passos por dia; um ativo, até 10 mil; e muito ativo, mais de 12,5 mil. Para emagrecer, é preciso ultrapassar os 14 mil passos diários. Esses números são baseados em um estudo realizado pela Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.
Ficou animada (o)? Então comece já sua caminhada e conte o número de passos por dia! Você vai emagrecer sem perceber! Boa sorte!

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