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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Panelas antiaderentes fora da cozinha.

Sabe-se que o polímero que não deixa os alimentos grudarem pode ser prático na cozinha, mas é prejudicial à saúde. Há vários anos cientistas vem alertando sobre os potenciais perigos das panelas antiaderentes, com estudos demonstrando o possível potencial cancerígeno das mesmas. Contudo, até agora os estudos não foram conclusivos.
Um trabalho de pesquisa da Agência de Proteção Ambiental norteamericana (EPA) reacendeu a discussão ao relacionar o polímero PTFE (politetrafluoretileno), responsável pela antiaderência de algumas panelas (aquelas de cor cinza-escuro), à ocorrência de câncer de fígado em animais. A informação foi relatada por Késia Diego Quintaes, autora do livro "Por Dentro das Panelas" (Editora Varela) .
Ainda que os cientistas não estejam certos dos efeitos causados em seres humanos, não custa prevenir.
A professora explica que o PTFE é bastante resistente a agentes químicos, como os produtos de limpeza, mas pode reagir com as proteínas contidas nos alimentos e entra em processo de decomposição em temperaturas maiores do que 250º C. Dessa maneira, o uso de panelas revestidas com o material não é indicado para preparar frituras nem para assar alimentos no forno, uma vez que ambas as situações propiciam altas temperaturas. Pelo mesmo motivo, não é aconselhável aquecer o utensílio vazio sobre a chama do fogão. Evite também cozinhar alimentos com alto teor de proteínas. "Use a panela somente para preparar arroz,  molhos e ensopadosos", sugere a especialista. A outra opção é substituir as mesmas por panelas de vidro ou inox.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Conhecendo e desmistificando os hormônios BIOIDÊNTICOS

                               
Hormônio Natural: O termo natural diz respeito a uma substância retirada da natureza que não passa por nenhum processo de transformação industrial e pode ser de origem vegetal, animal ou mineral.
Hormônio Sintético: O termo sintético refere-se a uma substância que passou por um processo industrial de síntese, transformação ou modificação em sua estrutura química.
Obs.: Desse modo, os termos natural e sintético referem-se à origem ou à fonte de uma substância e não estão relacionados a sua estrutura química.
Hormônio Bioidêntico: O termo bioidêntico refere-se a uma substância cuja estrutura molecular é exatamente idêntica à dos equivalentes produzidos pelo nosso próprio organismo, independentemente da fonte da qual se origina (assim pode ser natural ou sintética).
Alguns exemplos: 
•Estrógenos conjugados (PremarinR) - Substância extraída da urina de éguas prenhes com ação hormonal. É uma substância natural, mas não, bioidêntica, porque refere-se aos hormônios produzidos pelas éguas e não pelos seres humanos.
•Acetato de medroxiprogesterona (ProveraR) - Substância obtida por síntese química na indústria. É, portanto, sintética, mas não é bioidêntica.
•Isoflavona de soja - Fitohormônio extraído da soja, de origem natural e com alguma atividade hormonal. No entanto, não é bioidêntico aos hormônios humanos.
•Estradiol, estrona, estriol, DHEA, pregnenolona, progesterona, testosterona, tiroxina, triiodotireonina - São hormônios bioidênticos aos produzidos pelo organismo humano, independentemente da fonte da qual se originam (natural ou sintética).
•Terapia de Modulação Hormonal Bioidêntica (TMHB) - Refere-se ao uso apenas de hormônios bioidênticos, no lugar de substâncias estranhas ao organismo humano.

Considerando que a atividade de um hormônio é determinada em parte pela sua estrutura química, que possibilita a ligação deste no que chamamos de sítio de ação específico dentro do organismo, como se fosse num sistema de chave-fechadura pode-se concluir que, ao serem utilizadas substâncias quimicamente diferentes, esta ligação fica prejudicada podendo nem ocorrer e estas substâncias podem não exercer o efeito esperado.
Por outro lado, ao utilizarmos hormônios quimicamente iguais aqueles que por variados motivos o organismo humano deixou de produzir ou reduziu a produção, a chance desta ligação ocorrer aumenta consideravelmente e consequentemente aumenta também o efeito hormonal. Assim é possível devolver ao organismo a função do hormônio efetivamente carente.
Ainda seguindo nessa linha de raciocínio, podemos deduzir também, que da mesma forma que uma substância dentro do organismo tem um efeito, também deverá ser transformada e/ou eliminada, e nosso organismo é “programado” para fazer isto com as substâncias que reconhece. A transformação de uma substância não reconhecida como um medicamento ou um hormônio não-bioidentico pode gerar substâncias nocivas e prejudiciais que conferem o que conhecemos por efeitos adversos indesejáveis.
Conclusão, podemos assegurar que, a utilização de hormônios totalmente bioidênticos, quando devidamente determinada pelo médico, a necessidade da reposição ou modulação hormonal (termo preferido atualmente), proporciona ao paciente maior eficácia e segurança, com menor incidência de efeitos indesejáveis.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Teste de sexagem fetal.

A gravidez provoca apenas leves sensações. O embrião mal foi promovido a feto. Nada ainda de barriga. Mas as mães têm cada vez mais pressa em saber o sexo do futuro filho. Querem dar-lhe um nome, comprar enxoval e fazer planos. E agora fazem o teste da sexagem fetal, na oitava semana, cada vez mais popular. O exame já está sendo realizado em vários laboratórios pelo Brasil.
Após a grande descoberta do cientista chinês Y. Dennis Lo, de que no plasma materno existe DNA do feto, o biólogo molecular José Eduardo Levi, do Banco de Sangue do Hospital Sírio Libanês, realizou um estudo por seis anos para desenvolver o teste, que identifica fragmentos do cromossomo Y no sangue materno. A presença do cromossomo indica um menino e a ausência, uma menina. Simples assim!!!!
Funciona da seguinte forma: uma amostra de 5 mililitros do sangue da mãe é submetida a uma técnica chamada PCR (Polymerase Chain Reaction), que amplia em bilhões de vezes uma pequena porção do cromossomo Y. O resultado obtido tem 99% de eficácia.
O preço é salgadinho, cerca de R$ 330,00,  mas parece valer o alívio da curiosidade das mães (dos avós, dos tios...). A notícia boa é que, segundo minha cunhada preferida que está passando por esse momento divino, alguns planos de saúde cobrem até 75% do custo do exame, PERFEITO!!!!!
É... Falta pouco para saber se compro o sapatinho rosa ou azul! Mas... Enquanto isso... Vou comprando amarelinho!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 15 de março de 2011

Conte seus passos e emagreça.

Você já ouviu falar do pedômetro? É um aparelhinho que conta o número de passos. Alguns estudos comprovaram que esse dispositivo pode ajudar a emagrecer. Pesquisas realizadas pelas Universidades de Michigan e Wisconsin, nos Estados Unidos, mostraram que mulheres usuárias do pedômetro eliminaram 50 gramas de gordura por semana, sem fazer alterações na rotina.
Outro estudo realizado em São Paulo,também mostra resultados semelhantes. Nesta pesquisa, 50 pessoas usaram o pedômetro por seis meses e perderam, em média, 6 centímetros de circunferência abdominal.
 Mas como isso é possível? A explicação é que os voluntários, estimulados a aumentar o número de passos mostrados no visor do aparelho, acabaram trocando o elevador pela escada ou estacionando o carro mais longe, por exemplo.
O acessório ajuda a pessoa a ficar mais consciente de seus movimentos corporais e percebe que é possível, sim, aumentar o número de passos por dia com pequenas alterações em sua rotina, como levantar mais vezes para beber água, subir e descer escadas, caminhar na hora do almoço.
Quer experimentar? Primeiro anote a quantidade de passos dados para descobrir a sua média diária. A partir daí, estabeleça uma meta para aumentar o número de passadas. Geralmente, um sedentário dá até 5 mil passos por dia; um ativo, até 10 mil; e muito ativo, mais de 12,5 mil. Para emagrecer, é preciso ultrapassar os 14 mil passos diários. Esses números são baseados em um estudo realizado pela Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.
Ficou animada (o)? Então comece já sua caminhada e conte o número de passos por dia! Você vai emagrecer sem perceber! Boa sorte!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Remédios para emagrecer... Tire suas dúvidas!!

Depois que a Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) anunciou a intenção de proibir o uso de remédios para emagrecer, as dúvidas sobre esses medicamentos triplicaram. Todas as pessoas que vão começar a tomar (ou tomam) um remédio para emagrecer devem saber é que não existe fórmula mágica, e que nenhum remédio sozinho traz uma perda de peso satisfatória.
Segundo um recente relatório divulgado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes, os remédios para emagrecer devem ser usados, mas apenas em tratamentos médicos. O relatório elaborado pela Jife (Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes) incentiva o Brasil a continuar adotando todas as medidas necessárias para que os anorexígenos sejam utilizados unicamente para fins médicos, bem como para impedir que sejam utilizados de forma indevida e receitados indiscriminadamente.

O primeiro passo para entender a polêmica dos emagrecedores é saber mais sobre eles. Então vamos esclarecer as principais dúvidas sobre os tais remédios polêmicos.

1.Quais são os tipos de remédios para emagrecer? Como eles agem no organismo?
Existem três principais grupos de remédios para emagrecer: os anorexígenos, os sacietógenos e os inibidores de absorção de gorduras. Os medicamentos do primeiro grupo inibem o apetite, e tem em sua composição de substâncias conhecidas como anfetaminas. São exemplos deles a anfepramona, o femproporex e o manzidol. Atualmente, os especialistas utilizam essa classe apenas quando as outras duas não obtiveram sucesso, já que ela apresenta mais riscos de efeitos colaterais.
O segundo grupo (sacietógenos) reúne os medicamentos que agem no estímulo da sensação de saciedade, ou seja, o indivíduo sente fome, mas com uma porção menor de alimentos fica satisfeito, parando de comer mais cedo. A sibutramina é a mais conhecida do grupo, e que pode ter ação secundária para o emagrecimento: o aumento do gasto energético.
O terceiro grupo é o dos inibidores da absorção de gordura, representado apenas pelo Orlistat e o Cetilistate. Não restringe o apetite, pois não atuam no cérebro ou no sistema nervoso. Eles atuam na inibição da absorção intestinal de cerca de 30% da gordura ingerida. Com um bom controle de ingestão de gorduras, podem representar uma ajuda significativa, mas, ao comer demais, a tendência é não perder peso, porque os 30% de gorduras que deixam de ser absorvidas podem não ser uma deficiência calórica suficiente para a perda de peso.

2.Em que casos eles devem ser usados? Eles são válidos tanto para sobrepeso como para a obesidade?
Todos os tipos de medicamentos para emagrecer só devem ser usados quando a adoção de uma alimentação mais saudável e a prática de exercícios físicos não mostraram resultado na perda de peso. Quando o índice de massa corpórea (IMC) continua superior a 29,9 após o tratamento com reeducação alimentar, é indicado o uso de remédios para ajudar no processo de emagrecimento. Para descobrir o índice de massa corpórea, basta dividir o seu peso em quilogramas pelo quadrado de sua altura.
Tabela de IMC segundo a Organização mundial da saúde
Abaixo do peso - abaixo de 18,5
Normal - de 18,6 a 24,9
Sobrepeso (pré-obesidade) - de 25 a 29,9
Obesidade leve- 30 a 34,9
Obesidade moderada - 35 a 39,9
Obesidade grave ou mórbida - acima de 40

3.Quais são os possíveis efeitos colaterais?
Mesmo que esses remédios sejam seguros se usados da maneira correta, eles podem causar uma série de efeitos colaterais. Cada tipo de medicação contra obesidade tem efeitos colaterais específicos, que também variam de acordo como metabolismo de cada individuo.
Os anorexígenos (anfepramona, femproporex, mazindol), podem causar irritabilidade, insônia ou sono superficial, tremores, depressão ou se alternam períodos de estímulo com períodos de depressão, aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca. Todos esses efeitos estão ligados ao sistema nervoso e cardiovascular, áreas onde os anorexígenos têm efeito.
Já os sacietógenos, que aumentam a sensação de saciedade, normalmente apresentam efeitos colaterais mais suaves que os anfetamínicos, causando insônia ou sono superficial, agitação, irritabilidade (que não é um sintoma frequente). Mesmo assim a sibutramina, que se enquadra nesse grupo, foi proibida de ser comercializada nos Estados Unidos e na Europa por que os órgãos responsáveis alegaram que o medicamento acelera a frequência cardíaca, provocando arritmias em quem já tem a propensão de doenças cardíacas. No Brasil, a sibutramina foi enquadrada na categoria de remédio controlado.
Os inibidores da absorção de gorduras apresentam efeitos colaterais principalmente se a ingestão de gorduras for exagerada. É como um sinal vermelho. A pessoa apresentará diarreia com fezes pastosas ou líquidas, podendo até eliminar gotas de gorduras depois de refeições mais pesadas. Por isso, mesmo tomando remédios para emagrecer, é preciso ter uma alimentação balanceada e saudável.

4.Crianças com quadro de obesidade podem tomar remédios para emagrecer?
A indicação de remédios para emagrecer deve ser restrita, sendo prescrita nos casos em que a obesidade se tornou um fator de risco. A reeducação alimentar e a prática de atividades físicas normalmente sozinhas conseguem trazer uma melhora considerável na saúde de crianças obesas e adolescente com menos de 16 anos. No entanto, às vezes o uso de remédios é necessário. O uso de Oslistat, um tipo de remédio que diminui a absorção de gordura pelo intestino, já foi testado e aprovado em crianças. Já os medicamentos que agem no sistema nervoso central ainda não têm total aprovação em crianças e adolescentes. E não é à toa. Se eles já provocam efeitos desagradáveis no corpo de um adulto, imagine para as crianças.

5.Esse tipo de remédio tem alguma contra-indicação?
Por causar alterações no funcionamento do sistema nervoso e do sistema cardiovascular, os remédios anorexígenos e os sacietógenos não devem ser usados por pessoas com hipertensão arterial descompensada, arritmias cardíacas, diabetes do tipo 2, doenças psiquiátricas (depressão e transtornos do humor, impulsos compulsivos) e glaucoma.
Mesmo que as principais contra-indicações estejam relacionadas aos sacietógenos e aos anorexígenos, os remédios que diminuem a absorção de gorduras também apresentam um grupo de risco, que são os pacientes com doenças inflamatórias intestinais.

6.O uso prolongado pode causar dependência (física ou psicológica)?
Mesmo que o grau de dependência seja baixo (possuem nível um em uma escala que vai até quatro), os medicamentos para emagrecer podem causar dependência física e psicológica se forem usados por um período muito longo, (mais de quatro meses sem novas avaliações). Como esses medicamentos só devem ser usados em último caso e ainda sim como apoio a um programa de reeducação alimentar e prática de atividades físicas, depois que o paciente não se encontra mais em um quadro de obesidade, o uso dos remédios deve ser interrompido.

7.Eles precisam ser tomados constantemente para que o peso se mantenha sob controle?
Na verdade, eles devem ser usados por um período curto, (o médico faz uma nova avaliação mensal se o remédio continua necessário), para não provocar nenhum grau de dependência. Os medicamentos para perder peso devem fazer parte do tratamento para perder peso, e não para mantê-lo baixo. A manutenção da boa forma deve ser feita a partir de uma alimentação saudável e de prática de exercícios físicos. Caso contrário, as chances de recuperar o peso novamente são enormes. É o famoso efeito sanfona.

8.Se parar de tomar engorda o dobro?
Quem emagrece com ajuda de medicamentos que agem no sistema nervoso central realmente recuperam todo a gordura perdida se não se preocupam com a alimentação e com a prática de atividades físicas após o fim do tratamento.

9. É perigoso tomá-los e fazer exercícios intensos por causa da frequência cardíaca?
Assim como a alimentação, a prática de exercícios físicos deve ser controlada após a prescrição de remédios para emagrecer. Usualmente os educadores físicos sugerem o teste de esforço antes de iniciar a atividade física. O ideal é que se mantenha um acompanhamento das variações da frequência cardíaca para diagnosticar quaisquer alterações.

10. Seus resultados são melhores do que a reeducação alimentar e a prática de exercícios físicos?
O uso da medicação apenas pode facilitar a perda de peso, mas, se não houver mudanças do estilo de vida há chances de retomada do peso perdido. O remédio sozinho não irá trazer resultados positivos. É preciso controlar a alimentação e praticar atividades físicas juntamente com a medicação para conseguir perder peso.

11. Ao passar do tempo o corpo acostuma com o remédio e com as dosagens? Quem toma remédio por muito tempo tem mais dificuldade de emagrecer sem ele depois?
Com o passar do tempo, especialmente com as anfetaminas, o organismo pode desenvolver tolerância, ou seja, necessitar do aumento da dose para que o efeito seja o mesmo. Muito provavelmente quem se torna um dependente químico de anfetaminas, espera um jeito fácil de perder peso, sem o comprometimento com a reeducação alimentar e exercícios físicos, o que dificulta a sustentabilidade do peso perdido.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Embalagem plástica está sob suspeita de provocar problemas de saúde.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia reuniu no final de 2010 vários especialistas para debater e divulgar informações sobre um tema preocupante: a interferência de certos componentes químicos - com destaque para o bisfenol-A - no funcionamento hormonal.
O sinal de alerta soou depois que pipocaram estudos associando a substância a aborto e malformação do feto e ao desenvolvimento de doenças como endometriose, câncer de mama, infertilidade, disfunção da tireoide e até diabete.
Presente no revestimento de latas, em embalagens e utensílios plásticos e até em alguns tipos de mamadeira, o bisfenol-A ganha o corpo pela boca e, no organismo, atua nos receptores do hormônio feminino estrogênio, simulando sua função. E aí o desequilíbrio se instala. Ainda não há provas definitivas para condenar os recipientes que liberam bisfenol-A. Por via das dúvidas, uma série de empresas multinacionais vem tomando providências para banir o composto potencialmente nocivo de seus produtos.
O Canadá, a Dinamarca, a França e os Estados Unidos proibiram o bisfenol-A em artigos para crianças. No Brasil, por enquanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária permite a liberação limite de 0,6 miligrama por quilo de material plástico.

Risco minimizado
Adotar algumas precauções ajuda a resguardar você e sua família da exposição ao bisfenol-A. Confira como agir:
· Ao adquirir produtos enlatados, confira se estão íntegros, sem amassados, que facilitam a liberação da substância;
· Pelo mesmo motivo, descarte utensílios de plástico lascados ou arranhados. Evite esfregá-los excessivamente com bucha e detergente ou colocá-los na máquina de lavar louças;
· Tente substituir pratos, copos e outros utensílios de plástico. Dê preferência ao vidro, à porcelana e ao aço inoxidável para armazenar bebidas e alimentos;
· Não esquente embalagens plásticas no micro-ondas, exceto se forem fabricadas especificamente para esse tipo de forno;
· Não coloque itens comestíveis quentes em canecas ou recipientes plásticos;
· Preste atenção no símbolo de reciclagem. Essa informação costuma ser estampada no fundo da embalagem. Associada a ele, há sempre uma numeração. Procure evitar as que sejam classificadas como 3 ou 7, que podem apresentar maior concentração de bisfenol-A;
· Confie somente nos produtos certificados pelo Inmetro
· Não deixe os líquidos que for ingerir em contato com o plástico por longos períodos;
· Atenção especial às mamadeiras: evite as de policarbonato. Opte pelas de polietileno.

domingo, 7 de novembro de 2010

Uma delícia de revista!!


A revista Perfil Gastronômico é uma revista digital mensal com acesso gratuito, disponível nos formatos de arquivo para download e arquivo para leitura - flipping book. Está direcionada aos amantes da gastronomia, empresários e profissionais da área, chefs de cozinha, gourmets, estudantes de gastronomia, blogueiros e confrades , pousadas, hotéis, restaurantes, enfim, a todos aqueles que apreciam o requinte e prazer da boa mesa. Tem como escopo oferecer informações, entrevistas, matérias e campanhas publicitárias com conteúdo de alta qualidade e credibilidade para um público exigente.
Eu li e adorei!!! Agora só falta você conferir...

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Dieta do mediterrâneo na lista da UNESCO.


Imagine um dia típico na antiga Grécia. Os gregos estariam sentados em mesinhas ao ar livre,  comendo seus deliciosos pães com azeite de oliva, queijos, frutas secas e claro, bebendo um bom vinho. Tudo isso na companhia de amigos e familiares. Depois um soninho após o almoço porque ninguém é de ferro. Pois é, esse é o estilo de vida mediterrâneo.
A dieta mediterranea já existe a milhares de anos e hoje é muito recomendada para os que querem ter uma alimentação saudável. Seus efeitos positivos para a saúde, especialmente na prevenção de doenças cardiovasculares, tem sido comprovada por diversos estudos científicos. Tantos são seus benefícios, que os países do mediterrâneo estão solicitando a inclusão da dieta mediterrânea na lista do Patrimonio Cultural Inmaterial da Humanidade da UNESCO. Será? O objetivo desta candidatura é conseguir seu reconhecimento internacional para que cada vez mais, pessoas tenham acesso a uma melhor qualidade de vida.
Para que você usuflua dos benefícios desta alimentação, basta seguir os dez mandamentos da dieta mediterrânea:
1- Utilizar azeite de oliva nas preparações diárias;
2- Consumir alimentos de origem vegetal em abundância (frutas, verduras, legumes e frutas secas)
3- O pão e os alimentos a base de cereais devem ser consumidos diariamente;
4- Priorizar alimentos pouco processados, frescos e de temporada;
5- Consumir diariamente produtos lácteos, principalmente iogurtes e queijos;
6- A carne vermelha deve ser consumida com moderação;
7- Consumir pescado em abundância e ovos com moderação;
8- A fruta fresca deve ser a sobremesa habitual;
9- A água é a bebida por excelencia no mediterrânio;
10- Fazer atividade física diariamente.
No entanto, para os habitantes da costa mediterrânea, o verdadeiro segredo não está só na comida, mas também em comer com calma, evitar o estresse, manter o bom humor e ter sempre uma boa relação de amizade e amor com a famíla e amigos. Fácil, não é!
Na figura acima temos a pirâmide da dieta do mediterrâneo, ela vai ajudar a adotar novas condutas alimentares. Para dar um empurrãozinho e para não perder o hábito vai uma receitinha de regalo.


CAPONATA SICILIANA
Prato típico da Sicília, pode ser consumido quente ou frio, como entrada, molho para macarrão ou acompanhamento de carne, peixe e queijo.
Ingredientes:
4 berinjelas médias;
6 folhas de aipo;
2 cebolas;
5 tomates maduros;
150g de azeitonas verdes sem caroço;
2 colheres de alcaparras;
1 colher rasa de açúcar;
3 colheres de vinagre de vinho tinto;
10 colheres de azeite extra-virgem de oliva;
manjericão;
sal e pimenta-do-reino.
Modo de Fazer:
Lavar as berinjelas e cortá-las em cubinhos, salgar e deixá-las em um escorredor por cerca de uma hora, para que percam o sabor amargo. Enxaguá-las e enxugar com papel de cozinha. Lavar o aipo, cortá-lo em pedaços e colocar para ferver em água por 10 minutos. Depois, escorrer muito bem. Lavar os tomates, tirar a casca, eliminar as sementes e cortar em pedacinhos. Cortar as azeitonas ao meio. Lavar muito bem as alcaparras e cortar as cebolas bem finas. Esquentar o azeite em uma panela ou frigideira grande e fritar as berinjelas por 3 minutos ou até que fiquem douradas. Retirá-las e reservar. No mesmo azeite, refogar as cebolas e o aipo, acrescentar o tomate, as azeitonas e as alcaparras. Temperar com sal e pimenta e deixar em fogo brando por 5 minutos. Acrescentar então as berinjelas e deixar cozinhando por mais 10 minutos, mexendo pouco e delicadamente. Adicionar o açúcar e o vinagre. Mais 4 minutos de cozimento e está pronto. No final, temperar com o manjericão picado. Serve quatro pessoas.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Especiarias

As especiarias são produtos vegetais (flor, fruto, semente, casca, caule, raiz) naturais ou em misturas, utilizadas para adicionar sabor e aroma aos alimentos.  Seu flavor acentuado se deve à presença dos óleos essenciais, que são líquidos de aparência oleosa a temperatura ambiente, de fácil volatilidade e aroma agradável, e normalmente são também chamados de essências. As especiarias além de serem utilizadas na culinária também são marcantes na elaboração de cosméticos, incensos e medicamentos.
Dentre as especiarias mais utilizadas temos:
Canela - obtida da parte interna da casca do tronco da árvore caneleira, é muito utilizada na culinária como condimento e aromatizante. O sabor e aroma intensos vêm do aldeído cinâmico ou cinamaldeído.

Cravo-da-índia-  árvore nativa da Indonésia. O botão de sua flor, seco, é utilizado como especiaria desde a antiguidade, empregado na culinária e na fabricação de medicamentos.
Pimenta-preta - também conhecida como pimenta-redonda e, no Brasil, como pimenta-do-Reino, é uma das mais antigas especiarias conhecidas. Os seus grãos, secos e moídos, são bastante utilizados na culinária de diversos países. Tem um sabor forte, levemente picante, proveniente de um composto químico chamado piperina. Por essa razão foi utilizada desde a Idade Média para disfarçar o sabor dos alimentos em vias de decomposição. Suas diferentes colorações e intensidade de sabor (verde, vermelha e preta) dependem do seu estágio de maturação.
Noz-moscada -  obtidas do fruto da moscadeira. O consumo de uma noz-moscada inteira ou 5 g do seu pó, podem produzir efeitos de intoxicação como: alucinações auditivas e visuais, descontrole motor e despersonalização.
Açafrão - é extraído dos estigmas de flores de uma variedade de Crocus sativus, uma planta da família das Iridáceas. É utilizado desde a Antiguidade como especiaria, principalmente na culinária mediterrânica. É, atualmente, a especiaria mais cara do mundo, uma vez que para a preparação de um quilo são processadas manualmente cerca de 100 mil flores da planta, para a retirada de seus estigmas.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Dispositivo intestinal contra a obesidade.

O Hospital das Clínicas, em São Paulo deu início a uma série de testes com um novo método de combate à obesidade que começou a ser testado no Brasil. Sua peça-chave é um dispositivo de plástico fino e maleável em forma de tubo, colocado no duodeno por meio de uma endoscopia. É por dentro deste tubo plástico de 62 centímetros que o alimento ingerido passa. Com a presença do dispositivo a tragetória do alimento, que passa do estômago para o intestino, fica bem mais lenta e com isso existe a sensação de saciedade.  Isso ocorre, porque dentro do tubo, o alimento não recebe as secreções liberadas pelo pâncreas e pelo fígado, que só atingem a comida depois que ela percorreu todo o tubo plástico fazendo com que a digestão e a absorção dos alimentos seja incompleta.  O resultado é a perda de peso. Os resultados dos testes, até o momento, são surpreendentes e a previsão é de que, até 2011, esse tratamento seja aprovado e aplicado em pessoas com OBESIDADE. A nova metodologia também está sendo testada nos Estados Unidos, Holanda e Chile.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Brasil é medalha de ouro no uso de agrotóxicos.

O relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgado recentemente aponta alta presença de agrotóxicos nos alimentos – frutas, verduras, legumes e grãos - consumidos pelos brasileiros. Os casos mais problemáticos foram os do pimentão, com 80% das amostras insatisfatórias; a uva, com 56,4%; o pepino, com 54,8%; e o morango, que teve 50,8%. A cultura que apresentou melhor resultado foi a da batata com irregularidades em apenas 1,2% das amostras analisadas.
A principal irregularidade encontrada foi a detecção de resíduos de agrotóxicos acima dos valores permitidos. Nesta situação, chama a atenção a grande quantidade de amostras de pepino e pimentão contaminadas com endossulfan, de cebola e cenoura contaminados com acefato, e de pimentão, tomate, alface e cebola contaminados com metamidofós. Além de serem proibidas em vários países do mundo, essas três substâncias já começaram a ser reavaliadas pela Anvisa e tiveram indicação de banimento do Brasil, pois são ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, endócrinos e até câncer.
Para reduzir o consumo de agrotóxico em alimentos, a Anvisa recomenda que o consumidor opte por produtos com origem identificada. Essa identificação aumenta o comprometimento dos produtores em relação à qualidade dos alimentos, com adoção de boas práticas agrícolas.
É importante, ainda, que a população escolha alimentos da época ou produzidos por métodos de produção integrada (que a princípio recebem carga menor de agrotóxicos). Alimentos orgânicos também são uma boa opção, pois não utilizam produtos químicos para serem produzidos.
Os procedimentos de lavagem e retirada de cascas e folhas externas de verduras ajudam na redução dos resíduos de agrotóxicos presentes apenas nas superfícies dos alimentos.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Cuidado com a inofensiva alface.

A alta incidência de contaminação em pés de alface vendidos em supermercados e feiras, com diferentes tipos de cultivo (tradicional, orgânica e hidropônica) tem preocupado muitos pesquisadores e consumidores. Parte significativa dos pés de alface submetidos à análise microbiológica e parasitológica apresentou parasitas (protozoários e helmintos), coliformes fecais e totais, oferecendo risco iminente à saúde.  Dos parasitos encontrados, o mais prevalente foi o strongyloides stercoralis, tanto nas amostras dos supermercados (91,1%) quanto da feiras (77,1%). Isto significa que a população precisa ter cuidados rigorosos de higienização antes de consumir a verdura.
O Ministério da Saúde recomenda que o consumidor, antes de levar o alface à mesa durante as refeições, promova a limpeza da verdura seguindo o seguinte procedimento orientado: lavar as folhas uma por uma em água corrente, em seguida, deixá-las de molho em solução de água sanitária (uma colher de sopa de água sanitária para 1 litro de água filtrada) por 20 minutos. Depois as folhas devem ser enxaguadas com água filtrada, secas em centrífuga, armazenada em saco de congelamento ou em vasilha plástica fechada e levada ao refrigerador.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Tudo em seu lugar!!!!

Quando se trata de alimentação, todo cuidado é pouco para manter a saúde. É necessário atenção com os alimentos, da hora da compra até o consumo, sem se esquecer do armazenamento. Para isso, não basta colocar tudo dentro da geladeira e achar que o alimento será bem conservado.
As diversas áreas da geladeira tem diferentes temperaturas. Por isso, cada produto alimentício, de acordo com as suas características, deve ser guardado numa determinada parte do eletrodoméstico. Se isto não acontecer, os alimentos podem ter textura, cor e sabor alterados ou até sofrerem contaminação por microorganismos, causando doenças.
Veja como obter uma boa conservação dos alimentos.
Dica1: arrume os alimentos de forma espaçada para que o ar circule entre eles;
Dica2: os produtos enlatados devem ser retirados da lata, que pode oxidar, e aramazená-los em recipientes plásticos ou de vidro, com tampa.
- Arrumando a geladeira:
Prateleira superior: perto do congelador ficam os alimentos que estragam com mais facilidade. Queijos, frios, manteiga, iogurte, creme de leite, requeijão e ovos, por exemplo.
Prateleiras inferiores: Guloseimas (pudim, gelatina ...) e sobras de alimentos prontos.
Gavetas: Este espaço deve ser reservado para frutas e hortaliças (legumes e folhosos) que devem sempre estar em saquinhos plásticos.
Porta -  parte superior: Ideal para potes de geléia, mostarda, maionese... e nada de ovos.
Porta - parte inferior: nesta parte deve ser colocado garrafas de suco, água, azeite...
Congelador: Dividir essa parte em dois compartimentos, um somente com carnes armazenadas em sacos de congelamento e com data de quando foi para o freezer e o outro com sorvete, hortaliças, massas...
Importante!!! Não esqueça de limpar sua geladeira a cada 45 dias com um pano úmido em água e vinagre.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Remédio com bebida alcoólica, pode?

Algumas pessoas costumam dizer que tomar remédio com bebida alcoólica anula o efeito do medicamento, será que é assim que a coisa funciona??
Bem, segundo estudiosos, o alcoól não anula o efeito do remédio somente "diminui". O motivo pelo qual isso acontece é que o alcoól estimula a diurese (vontade de fazer pipis) e com isso o medicamento permanece por menos tempo  na corrente sanguínea, sendo eliminado antes que tenha chance de agir. Eles ainda acrescentam que o fígado dá preferência em metabolizar o alcoól em vez do medicamento, fazendo com que o mesmo seja eliminado intacto na urina.
Então, para evitar complicações, o melhor é tomar o remedinho com uma bebida que não contenha alcoól. 

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A complexidade da língua.

Quando estudei biologia no colégio (nossa isso faz tempo!), fui apresentada ao "mapa da língua", que ilustrava as áreas da língua com cores diferentes tendo por base os diferentes receptores de sabor. A ponta da língua sentiria os sabores doces, as laterais os salgados e azedos e a porção traseira os amargos.
Mas o tempo passou... E estudos recentes demonstram que o mapa se tornou um pouco mais complexo. Agora, sabe-se que existem ao menos cinco sabores básicos - doce, azedo, salgado, amargo e - a descoberta mais recente- umami. Este último, definido pela palavra japonesa para "saboroso", pode ser detectado no shoyu, Sazon e outros alimentos.
Para completar e complicar também, os cientistas suspeitam que haja também receptores para outros sabores na língua e que os receptores para os sabores básicos existem em células distintas e que elas estão espalhadas e  não em sítios distintos como mostrava o mapa, e também que pode haver diferença na maneira pela qual homens e mulheres detectam sabores azedos, salgados e amargos.
Em resumo: O mapa caiu por terra, a língua ficou estressada e os sabores não sabem para onde vão. Agora a minha cartilha de biologia eu sei para onde vai...

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Mussarela de vaca ou de búfala?

Se a idéia é diminuir calorias, a troca nem sempre compensa: dependendo da marca, os dois tipos de queijos têm cerca de 120kcal em 30g. Já em relação aos nutrientes, a diferença é boa. A Embrapa mostrou que a mussarela de búfala tem 48% de proteína e 59% de cálcio a mais que a de vaca. Além disso, a mussarela de búfala tem menos sódio e menos gordura saturada e colesterol.
Se você optar pela mussarela de búfala, procure sempre pelo selo de qualidade da Associação Brasileira dos Criadores de Búfalos para garantir que é 100% produzida com leite de búfala, andam misturando muita coisa por aí.
Para não perder o costume vai uma receitinha.
RISOTO DE MUSSARELA DE BÚFALA E TOMATE SECO
Ingredientes:
1 Colher de sopa de cebola picada
3 Colheres de sopa de Azeite
1 copo e 1/2 de Vinho Branco Seco
1 kg Arroz Arborio 
100 grs de Tomate Seco
100 grs de Mussarela de Búfala
50 grs de Queijo Parmesão Ralado 
1 Litro e 1/2 de Caldo de Carne
4 Tomates sem pele e sementes
1 Xícara de Manjericão Fresco
Modo de preparo:
Numa panela, doure a cebola no Azeite. Acrescente o arroz e o vinho e deixe secar. Adicione o tomate sem pele, o tomate seco e o caldo de carne, o bastante para cobrir o arroz, mexendo sempre. Cozinhar o arroz até ficar "Al dente" . Juntar a Mussarela e continue o cozimento até que ela derreta. Por último, acrescente o majericão e o queijo parmesão ralado. Misture bem e sirva. 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Maçã encantada.

Consumir salada ou sopa antes da refeição ajuda a maneirar no prato principal, em geral mais calórico. Isso você já sabe e já deve ter colocado em prática. Mas agora os pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia, avaliaram quanto essa estratégia favorece a dieta. As pessoas envolvidas no estudo experimentaram ainda comer maçã antes do almoço ou do jantar além da sopa e da salada. Os resutados foram surpreendentes! As que beliscaram uma maçã 15 min antes da refeição deixaram de consumir 187 kcal da refeição principal, as que consumiram uma concha de sopa de vegetais economizaram 134 kcal e  as que comeram um prato grande de salada de folhas verdes deixaram para trás somente 84 kcal. 
A maçã deu um olé na saladinha!!!!!!  E aí, vai uma maçazinha antes do almoço?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Physalis, a frutinha exótica.

A Physalis é uma fruta que tem tudo para ser considerada exótica: nome, aparência e preço. Apesar disso, no Norte e Nordeste do país é comum nos quintais e é conhecida por nomes que não podiam ser mais brasileiros: camapum, joá-de-capote, saco-de-bode, bucho-de-rã e mata-fome.
Essa variedade nativa é a Physalis angulata, da família das solanáceas, a mesma do tomate, da batata, do pimentão e das pimentas. Suas frutas são delicadas, pequenas e redondas, com coloração que vai do amarelo ao alaranjado, envolvidas por uma folha fina e seca, em forma de balão. Contém um alto teor de vitaminas A, C, fósforo e ferro, além de flavonóides, alcalóides e fitoesteróides, alguns recém descobertos pela ciência.
Ela é de sabor único, consegue ser ácido logo que colocamos na boca e adocicado depois que mordemos. Muito apreciado pelos grandes chefes e gourmet da cozinha internacional por ser uma fruta muito versátil, podendo ser consumida in natura ou no preparo de sucos, geléias, compotas, sorvetes, saladas de frutas, molhos para saladas e carnes. O preço dessa frutinha é alto e varia bastante, um pote com 100 gramas do produto pode variar de 5 a 10 reais
Estudos científicos recentes em andamento e ainda não concluídos revelaram forte atividade como estimulante imunológico combatendo alguns tipos de câncer além de efeito antiviral contra os vírus da gripe, herpes, pólio e HIV tipo 1.
Só nos resta então experimentar!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Branqueamento, uma técnica nutricionalmente correta.

O branqueamento é uma técnica simples usada para conservar algumas hortaliças por um tempo maior. Ao passarem por este processo, as verduras e os legumes além de terem  o seu tempo de utilização prolongado, também têm o seu valor nutricional preservado. Isso ocorre porque essa técnica inibe a ação das enzimas envolvidas no processo de amadurecimento do alimento fresco, é como se o tempo literalmente congelasse para eles, e então ficam prontos para serem armazenados a baixas temperaturas ou colocados em conserva.
Passo a passo da técnica:
- Lave bem as hortaliças
- Corte em cubos ou rodelas;
- Mergulhe-os em uma panela com água fervente (2 a 6 min);
- Retire-os e leve-os IMEDIATAMENTE a um recipiente com água gelada (deve conter cubos de gelo)por  2 a 6 min;
- Escorra bem com o auxílio de uma peneira;
- Espalhe as hortaliças em um recipiente plano e leve ao congelador;
- Após o congelamento, retire-os do recipiente plano e embale em saquinhos de congelamento, retire todo ar de dentro e devolva ao congelador.
- Ao consumir retire direto do freezer para a preparação ou transfira para o refrigerador no máximo 4h antes do preparo;
- Consumir em até 3 meses.

NUNCA DEVEMOS CONGELAR:
- Verduras que serão consumidas cruas, como por exemplo, alface, agrião e rúcula;
- Pepino, rabanete e tomate cru não devem ser congelados, assim como qualquer hortaliça que se pretende consumir em saladas;
- Batata crua, gemas cruas ou claras cozidas.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Cardiopatas e hipertensos devem evitar energéticos.

Duas latas de bebidas energéticas aumentam tanto a energia quanto a pressão arterial e a freqüência cardíaca, segundo apresentação de um estudo na Sessão Científica da American Heart Association.
O estudo, conduzido por pesquisadores da Wayne State University, mostrou que a freqüência cardíaca e a pressão arterial de adultos saudáveis que tomam duas latas de energético por dia aumentam após a ingestão.
Este aumento pode não ter perigo para pessoas saudáveis, mas tanto o aumento da pressão arterial, quanto o da frequência cardíaca podem ter repercussões clínicas em indivíduos com doenças cardíacas e naqueles que têm o hábito de usar bebidas energéticas com freqüência. Estes energéticos contêm altos níveis de cafeína e taurina. Ambos já demonstraram efeitos na função cardíaca e na pressão arterial. O consumo da bebida pode elevar a freqüência cardíaca de 5 a 7 batimentos por minuto e a pressão arterial sistólica em 10 mmHg. Como as atividades físicas também podem aumentar naturalmente a frequência cardíaca e a pressão arterial, e são consideradas benéficas à saúde, isto pode ser um bom argumento para aqueles que fabricam ou vendem tais bebidas. Os pesquisadores, no entanto, argumentam que energéticos podem trazer danos àqueles que desconhecem problemas de saúde prévios. Portanto, cuidado!!!!!

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