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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Problemas com a tireoide? Saiba um pouco mais sobre esta glândula.

As mulheres são o público-alvo dos principais problemas que afetam a tireoide. Para cada dez diagnosticadas com hipotireoidismo, apenas um homem tem a doença. Não há consenso sobre o porquê dessa predominância no sexo feminino, mas sabe-se que a incidência de problemas na tireoide cresce à medida que você passa dos 30 anos, devido às oscilações hormonais. As causas muitas vezes têm origem genética, mas é bom saber que o estilo de vida e a alimentação têm papéis cada vez mais importantes nessa história.

A tireoide fica no pescoço, logo abaixo do pomo-de-adão, que costuma ser mais saliente nos homens. É ela que regula o fornecimento de energia para que seu corpo não pare. A tireoide produz os hormônios T3 (triidotironina) e T4 (tiroxina), que controlam a atividade dos órgãos vitais e interferem no peso, no ciclo menstrual, no raciocínio, no trabalho do intestino e na força muscular. Ganhar peso por causa da tireoide pode acontecer, mas nem sempre. A glândula é regida pela hipófise, que secreta hormônios para todo o organismo. Um deles é o TSH, que estimula a tireoide a produzir T3 e T4. Então, as vezes o problema pode estar em outra glândula.

Quando a tireóide fabrica esses hormônios em quantidade insuficiente, ocorre o hipotireoidismo, que deixa o corpo mais lento, como se trabalhasse com menos energia: o cansaço aumenta, os músculos ficam mais sensíveis, as unhas fracas e a concentração difícil. O metabolismo também desacelera, daí a dificuldade de perder peso. Mas os médicos afirmam que o hipotireoidismo não justifica mais do que 5% dos casos de pacientes que procuram um endocrinologista por causa de sobrepeso.
É comum confundir os sintomas dessa disfunção com reflexos do nosso estilo de vida. É aí que mora o perigo: com isso, muita gente deixa de procurar o médico, achando que os sinais vão passar, e adia a solução de um possível problema. Conheça as características mais comuns do hipotireoidismo e cheque se apresenta alguma delas. Se marcar mais de três, procure seu médico e peça um exame de dosagem de TSH.
· Sensação de cansaço e fraqueza
· Desânimo
· Dificuldade de concentração e falhas de memória
· Cãimbras frequentes
· Unhas fracas
· Queda de cabelo
· Pele ressecada
· Irregularidades no ciclo menstrual
· Sensibilidade exagerada ao frio
· Ganho de até 5 quilos (sem ter mudado seus hábitos)

Quando há superprodução de hormônios por causa da função aumentada da tireoide, acontece o contrário: o hipertireoidismo, que, no entanto, é bem menos comum - entre as mulheres, cerca de 3% têm a doença. Nele, os sintomas são opostos: taquicardia, insônia, fome e suor excessivos, perda de peso e desarranjo intestinal, por exemplo.

Ficar de olho na alimentação é uma das melhores estratégias para manter a tireoide sob controle e prevenir problemas. O consumo adequado de iodo e selênio são fundamentais para o bom funcionamento da tireoide pois esses minerais são matéria-prima para a produção dos hormônios tireoidianos. A deficiência deles no dia a dia pode favorecer a desaceleração da glândula.
Só para lembrar o iodo está em algas e nos frutos do mar. E o selênio é encontrado principalmente na castanha-do-pará, mas também está nas nozes, nos cogumelos e nos grãos integrais.

Por outro lado, alguns hábitos alimentares de hoje são verdadeiros inimigos. Excesso de sal, açúcar, gorduras saturadas e alimentos refinados e industrializados afetam a tireoide e prejudicam a fabricação dos hormônios.
Uma dica importante para proteger essa glândula tão poderosa: nunca pular o café da manhã, pois no começo do dia, ocorre um pico na produção de cortisol, hormônio que lesiona a tireoide. Incluir carboidratos integrais na primeira refeição é uma forma de controlar os níveis de cortisol no organismo e evitar que ele faça estragos.

7 erros comuns ao iniciar uma dieta

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Os melhores meses para comprar frutas.

Saiba os períodos bons para consumidor certas frutas e, assim, tirar o melhor proveito da qualidade, dos nutrientes e até dos preços

ABACATE
. Safras: março, abril
. Nutrientes: vitaminas A, C, E, B6; minerais: potássio, ferro, sais minerais, magnésio e glutationa
. Propriedades: evita fadiga mental.
ABACAXI
. Safras: janeiro, fevereiro, outubro, novembro, dezembro
. Nutrientes: vitaminas A, B1 e C; minerais: potássio, magnésio e cálcio
. Propriedades: ajuda na digestão, além de prevenir a osteoporose.
ACEROLA
. Safra: novembro
. Nutrientes: vitaminas A, B1, B2 e B3; minerais: cálcio, ferro e fósforo
. Propriedades: importante no tratamento de gripes, resfriados, doenças pulmonares e doenças degenerativas, como câncer.
AMEIXA
. Safras: janeiro, fevereiro, dezembro
. Nutrientes: vitamina A e fibras
. Propriedades: alto poder laxativo, é recomendada contra a prisão de ventre.
AMORA
. Safra: setembro
. Nutrientes: vitaminas A, C e E; minerais: cálcio, fósforo, ferro, potássio e carboidratos
. Propriedades: ajuda a prevenir infecções urinárias e a reduzir o risco de úlcera e câncer no estômago
BANANA
. Safras: julho, agosto, setembro, outubro, novembro
. Nutrientes: vitamina B6; minerais: potássio
. Propriedades: conhecida por trazer tranquilidade e bom humor, previne diabetes e problemas de colesterol.
CAJU
. Safra: agosto
. Nutrientes: vitaminas A, D, K, PP e E; minerais: carboidratos, cálcio, fósforo e sódio
. Propriedades: melhora as lesões da acne e controla a oleosidade da pele.
CAQUI
. Safras: março, abril
. Nutrientes: minerais: cálcio, fósforo, sódio e betacaroteno
. Propriedades: é essencial paro fortalecimento da visão, unhas e cabelos.
CARAMBOLA
. Safras: junho, julho, agosto
. Nutrientes: vitaminas A, C e complexo B; minerais: ferro, cálcio e fósforo
. Propriedades: auxilia no combate a febre e também é utilizada como estimulador de apetite. As sementes trituradas servem como um sedativo em casos de asma e cólicas.
CEREJA
. Safras: janeiro, fevereiro, dezembro
. Nutrientes: vitaminas A e C, além de flavonóides
. Propriedades: ajuda a prevenir o acúmulo de gordura nas artérias, além de proteger contra câncer de cólon e de estômago.
COCO
. Safras: janeiro, fevereiro, março, outubro, novembro, dezembro
. Nutrientes: vitaminas A, B1, B2, B5 e C; minerais: potássio, sódio, cloro, fósforo e fibras
. Propriedades: tem efeito destrutivo em vírus causadores de influenza, como o vírus da herpes
FIGO
. Safra: fevereiro
. Nutrientes: minerais: cálcio, fósforo e potássio
. Propriedades: fonte de energia já que possui grande quantidade de açucare.
GOIABA
. Safras: fevereiro, março
. Nutrientes: vitaminas C, A, B3, fibras; minerais: potássio e manganês
. Propriedades: ajuda na cicatrização de feridas.
JABUTICABA
. Safras: setembro, outubro
. Nutrientes: vitamina C; minerais: ferro e fósforo
. Propriedades: protege e estimula a reparação dos tecidos ricos em colágeno, responsável pela firmeza e elasticidade, além de combater as rugas.
KIWI
. Safras: abril, maio, junho, julho, agosto
. Nutrientes: vitaminas A, B6 e E; minerais: cálcio, magnésio, ferro e potássio
. Propriedades: diminui o riso de doenças cancerígenas, equilibra a tensão arterial, e aumenta as defesas do organismo na prevenção das gripes e resfriados.
LARANJA
. Safras: janeiro, fevereiro, março, abril, agosto, setembro, outubro, novembro, dezembro
. Nutrientes: vitaminas A, C, B2 e ácido fólico; minerais: potássio, cálcio, manganês, fibras e água
. Propriedades: ajuda no combate a gripe e auxilia na resistência das infecções, na cicatrização de feridas e queimaduras.
LIMÃO
. Safras: janeiro, fevereiro, março
. Nutrientes: rico em vitaminas C
. Propriedades: diminui a ansiedade ou depressão, além de dissolver cálculos renais e desentupir as artérias.
MAÇÃ
. Safra: março
. Nutrientes: vitaminas B1, B2 e B5; minerais: fósforo, ferro e potássio
. Propriedades: proporciona uma capacidade respiratória maior e ajuda no combate de doenças pulmonares.
MAMÃO
. Safras: janeiro, fevereiro, março, abril, julho, agosto, setembro, outubro, novembro
. Nutrientes: vitaminas A e C; minerais: potássio, cálcio, fibras e água
. Propriedades: além das propriedades calmantes e laxativas, alivia os sintomas da sinusite
MANGA
. Safras: outubro, novembro, dezembro
. Nutrientes: vitaminas A, C, e complexo B
. Propriedades: ajuda no combate a anemia não ferropriva e na regularização intestinal.
MARACUJÁ
. Safra: maio
. Nutrientes: vitaminas A, C e do complexo B; minerais: ferro, sódio, cálcio e fósforo
. Propriedades: possui um poderoso efeito calmante.
MELANCIA
. Safras: janeiro, dezembro
. Nutrientes: complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro
. Propriedades: alimento altamente hidratante, por ser 90% composta de água.
MELÃO
. Safras: janeiro, setembro, outubro, novembro, dezembro
. Nutrientes: vitaminas A, B e C
. Propriedades: ajuda na desintoxicação alimentar, fortifica os ossos e os dentes.
MEXERICA
. Safras: junho, julho, agosto, setembro
. Nutrientes: vitaminas C e fibras
. Propriedades: tem ação diurética a calmante. Quando ingerida com o bagaço, facilita a formação de resíduos que melhoram o funcionamento intestinal.
MORANGO
. Safra: agosto
. Nutrientes: vitaminas, B5 e C; minerais: ferro e ácido salicílico
. Propriedades: previne a fragilidade dos ossos, a má formação dos dentes, age contra infecções e evita hemorragias.
PERA
. Safra: janeiro
. Nutrientes: vitaminas B1, B2 e B3
. Propriedades: ativa a circulação, reduz a pressão arterial, possui função laxativa e digestiva.
PÊSSEGO
. Safras: novembro, dezembro
. Nutrientes: vitaminas A, C e pectina
. Propriedades: ajuda a combater problemas de acne.
TOMATE
. Safras: janeiro, fevereiro, março, abril, setembro, outubro, novembro, dezembro
. Nutrientes: vitaminas A e C e ácido fólico; contém licopeno
. Propriedades: previne doenças cardiovasculares.
UVA
. Safras: janeiro, fevereiro, março, dezembro
. Nutrientes: vitaminas A e C; minerais: cálcio, potássio, magnésio e fibras
. Propriedades: ajuda a ativar os rins e a combater várias doenças do intestino.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Endometriose: entenda melhor esse problema

O nome endometriose vem do endométrio, o tecido que reveste internamente o útero, onde ficam os óvulos fecundados. Quando não há fecundação, esse tecido é eliminado pela menstruação.
Endometriose é a existência de endométrio em outras partes do corpo - como ovários, tubas (ou trompas), parte externa e parede do útero, bexiga, peritônio (revestimento interno do abdômen), diafragma, intestino delgado e reto. E podem surgir vários focos. A cada menstruação haverá sangramento onde existir endométrio.
A dificuldade de engravidar, as cólicas menstruais absurdas, as dores terríveis na região pélvica durante o sexo, além da ardência ao urinar são alguns dos sintomas da doença.
Muitas mulheres nem sabem que têm a doença. Os sintomas podem surgir isoladamente, associados ou nem existir.
Onde é comum surgir o endométrio:  
 
- Atrás do útero (no chamado fundo do Saco de Douglas)
- No tecido entre a vagina e o reto (chamado septo retovaginal)
- Trompas
- Ovários
- Intestino delgado
- Bexiga
- Peritônio
- Parede da pélvis (região da bacia)


Os dois tipos de endometriose:
Superficial: Quando o foco da doença penetra menos do que 5 milímetros no tecido afetado.
Profunda: Quando a penetração é maior do que 5 milímetros.

Sintomas mais frequentes:
Dor pélvica: Normalmente vem como uma cólica menstrual, surgindo meses ou anos depois da primeira menstruação.
Dor durante o sexo: Principalmente quando há penetrações mais profundas.
Dor na hora da evacuação:Às vezes, há sangramento anal durante o período menstrual.
Ardência ao urinar: Pode vir acompanhada de sangramento no período menstrual.
Dificuldade para engravidar.
Sangramentos: Fora da época da menstruação e fluxo maior do que o normal.

Atenção! Os sintomas nem sempre correspondem ao estágio da doença. Muitas mulheres têm quadro avançado de endometriose, com muitos focos, e quase nenhum sintoma. É sempre importante consultar o seu ginecologista.

A doença tem tratamento
Como cada organismo é diferente do outro, os tratamentos também variam. Com o tratamento, o médico procura aliviar as dores ao máximo e tenta fazer com que ela desapareça; recuperar a fertilidade das mulheres que desejam engravidar; e evitar a evolução da doença, com medicação, cirurgia ou a combinação de ambas.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Embalagem plástica está sob suspeita de provocar problemas de saúde.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia reuniu no final de 2010 vários especialistas para debater e divulgar informações sobre um tema preocupante: a interferência de certos componentes químicos - com destaque para o bisfenol-A - no funcionamento hormonal.
O sinal de alerta soou depois que pipocaram estudos associando a substância a aborto e malformação do feto e ao desenvolvimento de doenças como endometriose, câncer de mama, infertilidade, disfunção da tireoide e até diabete.
Presente no revestimento de latas, em embalagens e utensílios plásticos e até em alguns tipos de mamadeira, o bisfenol-A ganha o corpo pela boca e, no organismo, atua nos receptores do hormônio feminino estrogênio, simulando sua função. E aí o desequilíbrio se instala. Ainda não há provas definitivas para condenar os recipientes que liberam bisfenol-A. Por via das dúvidas, uma série de empresas multinacionais vem tomando providências para banir o composto potencialmente nocivo de seus produtos.
O Canadá, a Dinamarca, a França e os Estados Unidos proibiram o bisfenol-A em artigos para crianças. No Brasil, por enquanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária permite a liberação limite de 0,6 miligrama por quilo de material plástico.

Risco minimizado
Adotar algumas precauções ajuda a resguardar você e sua família da exposição ao bisfenol-A. Confira como agir:
· Ao adquirir produtos enlatados, confira se estão íntegros, sem amassados, que facilitam a liberação da substância;
· Pelo mesmo motivo, descarte utensílios de plástico lascados ou arranhados. Evite esfregá-los excessivamente com bucha e detergente ou colocá-los na máquina de lavar louças;
· Tente substituir pratos, copos e outros utensílios de plástico. Dê preferência ao vidro, à porcelana e ao aço inoxidável para armazenar bebidas e alimentos;
· Não esquente embalagens plásticas no micro-ondas, exceto se forem fabricadas especificamente para esse tipo de forno;
· Não coloque itens comestíveis quentes em canecas ou recipientes plásticos;
· Preste atenção no símbolo de reciclagem. Essa informação costuma ser estampada no fundo da embalagem. Associada a ele, há sempre uma numeração. Procure evitar as que sejam classificadas como 3 ou 7, que podem apresentar maior concentração de bisfenol-A;
· Confie somente nos produtos certificados pelo Inmetro
· Não deixe os líquidos que for ingerir em contato com o plástico por longos períodos;
· Atenção especial às mamadeiras: evite as de policarbonato. Opte pelas de polietileno.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Câncer de mama - Informações úteis.

O câncer de mama é uma doença que se caracteriza por uma alteração celular das glândulas mamárias, que perdem a capacidade de controlar a divisão celular, tornando-se imortais e dividindo-se indefinidamente até formarem aglomerados de células (nódulos e caroços).

Os fatores de risco não são a causa do problema, mas aumentam a chance da mulher desenvolver a doença. São eles:
•Hereditariedade, parentes próximos como mãe ou irmã (aproximadamente 1 em cada 10 mulheres que desenvolve a doença tem uma parenta que já sofreu com o problema).
•Mulheres que já tiveram câncer de útero (endométrio) ou no ovário.
•Doenças benignas da mama, como a hiperplasia epitelial.
•Mulheres que nunca ficaram grávidas ou que tiveram gestações tardias.
•Início precoce e término tardio de menstruação.
•Consumo excessivo de gordura animal e uso de hormônios.

Auto-exame da mama. É uma técnica manual simples que deve estar nos hábitos cotidianos das mulheres. É feito uma vez por mês, de 7 a 10 dias após o início da menstruação. Mulheres que estão amamentando devem fazer o exame após a amamentação, quando os seios estiverem vazios, sempre no mesmo dia, todos os meses. As que estiverem na menopausa, devem examinar-se de forma semelhante: todos os meses, no mesmo dia.

Exame Clínico. Deve ser realizado pelo ginecologista com regularidade, mesmo que você tenha o hábito de se auto-examinar, pois este só detecta nódulos com mais de 2 centímetros, ou seja, em um estágio avançado. Esse exame deve ser feito a cada três anos, dos 20 aos 39 anos de idade. Todos os anos, a partir dos 40 anos de idade.
Mamografia convencional: É um exame que deve ser feito todo ano em mulheres com mais de 40 anos, tem a vantagem de flagrar microcalcificações capazes de virar um câncer. Dura em torno de 12 minutos. Esse exame deve ser feito dos 35 aos 40 ano. A partir dos 40 anos de idade deve ser realizada uma mamografia por ano.
Mamografia digital: Assim como a versão convencional, seu aparelho detecta microcalcificações e tumores pequenos – menores de 2 milímetros. Mas a paciente recebe 40% menos radiação. Há outras duas vantagens: mais nitidez na imagem e dura cerca de 4 minutos.
Ultra-sonografia: É ótimo para pacientes jovens, que têm mamas densas. Nelas acusa o câncer que poderia passar despercebido na mamografia. Também complementa esse exame em mulheres de qualquer idade, dando mais detalhes a respeito de um tumor já detectado – informa se é sólido, por exemplo. Mas não enxerga microcalcificações perigosas.
Ressonância magnética: Esse exame é tão sensível, mas tão sensível, que acusa qualquer alteração nas células mamárias. Por ser uma alternativa cara e ainda pouco acessível, é indicada como uma espécie de tira-teima.

Mulheres deprimidas ficam mais vulneráveis às doenças, inclusive o câncer.

Atenção! Nem todo câncer forma nódulo.

Se a mulher observar algo diferente, como um seio muito mais enrijecido que o outro, ou apresentar pruridos na região do mamilo, deve procurar um especialista.

A medicina comprova: Vegetais cheios de licopeno combatem o câncer de mama. Saiba quais as melhores fontes: beterraba, tomate, pimentão, melão, cenoura, couve, ervilha e milho.

O câncer de mama pode ser tratado de várias formas, de acordo com o tipo de células que o forma, o tamanho do tumor, a existência ou não de metástases (células do câncer que se espalham para outros órgãos), a idade e o estado geral da mulher. O diagnóstico precoce da doença irá sempre facilitar o tratamento da doença, pois quanto antes um câncer for diagnosticado, menor ele será e, conseqüentemente, estará menos desenvolvido e poderá ter seqüelas menos graves.

Tratamentos cirúrgicos:
Quadrantectomia: é a retirada de apenas um dos quatro quadrantes da mama, justamente aquele onde se localiza o tumor. Esta cirurgia costuma ser indicada para tumores com menos de dois centímetros de tamanho, quando os gânglios da axila não foram atingidos pelo câncer e nem há metástases.
Mastectomia: é a retirada de toda a glândula mamária do seio afetado.
Esvaziamento Axilar: é a retirada dos gânglios da axila, que geralmente é feita através de um corte de tamanho médio na axila. Os gânglios retirados são enviados para o patologista, que os examina para saber se eles estão ou não infiltrados por células cancerígenas. Pode ser feito em conjunto com a quadrantectomia ou com a mastectomia.

Tratamentos não cirúrgicos
Quimioterapia: é um tratamento feito através de medicamentos específicos para o combate de cada tipo de câncer. Os medicamentos usados agem destruindo as células cancerosas, impedindo o seu crescimento e multiplicação.
Radioterapia: é a aplicação de irradiação sobre a área do tumor, visando combatê-lo.
Hormonioterapia: trata-se do uso de substâncias que tem como função inibir a ação hormonal do estrógeno (hormônio natural da mulher que "alimenta" o tumor, quando existente).

Dicas fundamentais:
•Bons hábitos alimentares que as adolescentes comem faz diferença e ... os exercícios praticados especificamente nessa fase também;
•a atividade física vigorosa é a melhor amiga do peito;
•os maus hábitos parecem aumentar o perigo para a geração seguinte;
•o pai também transmite a tendência ao câncer de mama;
•o câncer de mama tem relação com o câncer de ovário;
•depois de 10 anos de uso, a pílula anticoncepcional passa de protetora a vilã.

A prática regular de exercícios em 30 minutos por dia, cinco vezes por semana, diminui a ameaça do câncer de mama em 30%.
As chances de cura aumentam em até 90% quando o câncer é diagnosticado no inicio.

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